“Bandido bom é bandido morto”: Podcast discute violações de direitos humanos em programas policiais

Foto colorida que mostra câmera em primeiro plano e, ao fundo, três policiais fardados. Violência policial na TV
Foto colorida que mostra câmera em primeiro plano e, ao fundo, três policiais fardados. Violência policial na TV
Produção discute como a violência policial exibida na TV impacta a percepção pública sobre segurança (Foto: Antônio Cruz / Agência Brasil)

Produção aborda o sensacionalismo na cobertura da violência, a exposição de pessoas negras e pobres e os impactos desses programas na sociedade e na democracia

Por Raquel Barreto | Inclusão e Diversidade, ODS 16

Publicado em 03/11/2026 - 09h45 (Atualizado há 55 minutos)

Tempo de leitura: 4 min

Expressões como ‘bandido bom é bandido morto’ e ‘CPF cancelado’ são recorrentes em programas de TV policialescos e que exploram a violência policial. Os termos costumam ser usados para comemorar a morte de suspeitos, mas qual a lógica que está por trás dessa linguagem?

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Para discutir como esse tipo de discurso desumaniza pessoas, naturaliza a violência policial e pode ferir os direitos humanos, no podcast publicado pelo #Colabora, a jornalista Raquel Barreto investiga como esses formatos influenciam a percepção pública sobre a criminalidade e contribuem para a estigmatização de moradores de periferias e grupos socialmente vulnerabilizados.

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O episódio reúne a jornalista Mabel Dias, associada ao Intervozes, coletivo que defende o direito humano à comunicação; Antônio Rocha Filho, jornalista e professor universitário; e Suzana Varjão, pesquisadora da comunicação que estuda programas policiais há mais de 20 anos. 

Ouça agora no Youtube ou Spotify!

 

*Este podcast é resultado do trabalho final de Raquel Barreto, desenvolvido como etapa de conclusão do curso #Colabora com Inclusão e Diversidade 2026, realizado com fomento da Associação Saúva.

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Raquel Barreto

Jornalista formada pela Universidade Anhembi Morumbi, com experiência na produção de conteúdos para televisão e internet. Atuou na redação da TV Brasil, em São Paulo, e tem matérias publicadas em veículos como Folha de S. Paulo, Terra e Metrópoles. Ao longo de sua trajetória, desenvolveu interesse por temas relacionados à justiça social e à segurança pública.

Raquel Barreto

Jornalista formada pela Universidade Anhembi Morumbi, com experiência na produção de conteúdos para televisão e internet. Atuou na redação da TV Brasil, em São Paulo, e tem matérias publicadas em veículos como Folha de S. Paulo, Terra e Metrópoles. Ao longo de sua trajetória, desenvolveu interesse por temas relacionados à justiça social e à segurança pública.

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