Expressões como ‘bandido bom é bandido morto’ e ‘CPF cancelado’ são recorrentes em programas de TV policialescos e que exploram a violência policial. Os termos costumam ser usados para comemorar a morte de suspeitos, mas qual a lógica que está por trás dessa linguagem?
Ouviu esse? #Colabora lança podcast narrativo sobre ausência da ancestralidade negra em nomes brasileiros
Para discutir como esse tipo de discurso desumaniza pessoas, naturaliza a violência policial e pode ferir os direitos humanos, no podcast publicado pelo #Colabora, a jornalista Raquel Barreto investiga como esses formatos influenciam a percepção pública sobre a criminalidade e contribuem para a estigmatização de moradores de periferias e grupos socialmente vulnerabilizados.
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Veja o que já enviamosO episódio reúne a jornalista Mabel Dias, associada ao Intervozes, coletivo que defende o direito humano à comunicação; Antônio Rocha Filho, jornalista e professor universitário; e Suzana Varjão, pesquisadora da comunicação que estuda programas policiais há mais de 20 anos.
Ouça agora no Youtube ou Spotify!
*Este podcast é resultado do trabalho final de Raquel Barreto, desenvolvido como etapa de conclusão do curso #Colabora com Inclusão e Diversidade 2026, realizado com fomento da Associação Saúva.
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