Entre o apagão e o apagamento

Em novembro de 2020, em plena pandemia da covid-19, o Amapá, no extremo norte do Brasil, sofreu com um apagão de 22 dias: três dias de blecaute total e mais 19 de racionamento de energia e frequentes cortes de luz. A população sofreu com o agravamento da crise na saúde, uma onda de roubos e invasões e o impacto na economia, principalmente nos pequenos negócios já afetados pela pandemia. Cinco anos depois, a repórter Clarice Candido esteve no Amapá e relata os traumas deixados pelo apagão e por mais um efeito colateral na população: descobrir que a crise do estado ficou quase invisível para o resto do Brasil pela falta de atenção da mídia.

Em novembro de 2020, em plena pandemia da covid-19, o Amapá, no extremo norte do Brasil, sofreu com um apagão de 22 dias: três dias de blecaute total e mais 19 de racionamento de energia e frequentes cortes de luz. A população sofreu com o agravamento da crise na saúde, uma onda de roubos e invasões e o impacto na economia, principalmente nos pequenos negócios já afetados pela pandemia. Cinco anos depois, a repórter Clarice Candido esteve no Amapá e relata os traumas deixados pelo apagão e por mais um efeito colateral na população: descobrir que a crise do estado ficou quase invisível para o resto do Brasil pela falta de atenção da mídia.

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