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Clima une EUA e China

Maiores poluidores prometem implementar transição energética


Crianças acompanhadas da mãe brincam em frente uma carvoaria em Miamar
Crianças acompanhadas da mãe brincam em frente a carvoaria em Miamar

Está sacramentado que o futuro será mais limpo e que a transição energética já começou. É o que foi decidido no Acordo de Paris anunciado no último sábado, dia 12, ao final da Conferência do Clima, a COP-21. Se o que foi aprovado será cumprido ou não pelos governos dos 195 países que assinaram a declaração é outra história.

Os dois maiores emissores mundiais de gases de efeito-estufa, os Estados Unidos e a China, anunciaram hoje que vão fazer de tudo para aplicar o acordo.  Os presidentes Barack Obama e Xi Jinping conversaram mais cedo e, segundo um comunicado divulgado pela Ministério das Relações Exteriores da China, os dois se comprometeram a trabalhar juntos para tirar o acordo do papel.

Pequim está disposta a estender uma cooperação bilateral pragmática para lidar com as mudanças climáticas

Ministério das Relações Exteriores da China

Os dois países disputam a liderança das emissões globais, mas cálculos indicam que o gigante asiático emita quase o dobro dos Estados Unidos. As emissões chinesas devem alcançar seu pico ao redor de 2030 e a partir daí diminuirão.

A descarbonização, um dos temas mais polêmicos da conferência juntamente com a discussão sobre quem vai pagar a conta, foi contestada pelos países dependentes de carvão, a China inclusive. A delegação chinesa não é adepta da expressão, prefere, como divulgaram os jornais no final de semana, “desenvolvimento de baixo carbono”.

Com France Press

 

 

 


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