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Busca permanente por conhecimento é a chave do sucesso

Jovens aprendizes da Coca-Cola Brasil dão dicas sobre primeiros passos rumo ao mercado de trabalho

© by (Foto: Mirian Fichtner)

Conteúdo de responsabilidade da marca

(Reportagem publicada originalmente no Coca-Cola Journey)

“Olá, você foi selecionado para ser Jovem Aprendiz na Coca-Cola Brasil”. Ao ouvir essa mensagem ao telefone, os 15 jovens que hoje integram a segunda turma do programa na empresa foram tomados por uma série de expectativas. A principal era aprender ao máximo, mas eles foram surpreendidos ao notar que as palavras-chave nesse processo seriam “autonomia” e “empoderamento”. Isso porque, desde o início, cada jovem é integrado a uma área da companhia, passa a ter projetos próprios nessa equipe e é motivado a organizar e propor workshops, criando novas chances de aprendizado. “A gente é parte do time mesmo, e os gestores incentivam esse comportamento proativo. ‘Conhecimento nunca é demais’, eles dizem”, conta Suellen Pessanha, de 21 anos, aprendiz em Estratégia e Inovação (S&I), animada com o quanto sua opinião já era requisitada logo no começo por colegas de diferentes cargos.

Ex- aprendiz, Iasmim de Souza foi efetivada em Recursos Humanos e acompanhou todo o processo seletivo deste ano (Foto: Mirian Fichtner)
Ex- aprendiz, Iasmim de Souza foi efetivada em Recursos Humanos e acompanhou todo o processo seletivo deste ano (Foto: Mirian Fichtner)

Para quem acabou de chegar ao mercado de trabalho esperando ser um aprendiz, essa demanda por proatividade pode assustar um pouco. Mas, além de contar com treinamento e com todo apoio dos gestores, a turma tem um auxílio especial: seis ex-aprendizes, do grupo de 2017, hoje são estagiários. Inclusive a dona da voz ao telefone, Iasmim de Souza, de 21 anos, efetivada em Recursos Humanos. “Acompanhei todo o processo seletivo e liguei para grande parte do grupo dando a boa notícia. Eu estava com coração na mão, vibrando e gritando por dentro, mas segurei a onda e fui superprofissional”, confessa a estudante de psicologia. “Sei muito bem pelo que estão passando e, por isso, converso sobre como foi a minha experiência, sobre erros e acertos, e bato forte na tecla da importância de fazer valer o tempo em que estão no programa, sem perder o foco pensando se serão efetivados ou não. Eles até já criaram o jargão ‘agarra essa oportunidade’, de tanto que eu e Thiago Jacques (analista do RH) falamos isso para eles”, ela conta.

No dia a dia, nem todos têm contato direto com os ex-aprendizes. Mas acontece muito o que chamam de “integração”, quando um ou mais funcionários são convidados para falar sobre uma experiência ou área de conhecimento. E os próprios jovens aprendizes podem e devem sugerir esses encontros. Este ano, Iasmim organizou um encontro sobre empoderamento. Já a estagiária Milene Gomes, de Marketing, também ex-jovem aprendiz, foi convidada a falar sobre diversas formas de aproveitar o programa, e contou como foi importante se organizar financeiramente para bancar um intercâmbio e aprimorar o inglês. Bruno Monteiro, da área de Tecnologia da Informação, ministrou um curso de dois dias para a galera. “Além da Iasmim, o Bruno também ‘sofre’ um pouco com a gente. Por ser de TI, sempre pedimos algum auxílio a ele”, comenta o aprendiz Eduardo Ferreira, de 19 anos, de Técnica e Logística. Aprendiz no Jurídico, Caroline da Silva, de 20 anos, enxerga os ex-aprendizes como referencial: “Ter alguém com realidade semelhante à nossa prosperando na empresa é inspirador. Conforme eles crescem, nos incentivam a buscar esse crescimento. E isso mostra que nós também podemos ser exemplos para outros jovens”.

Jovens Aprendizes da Coca-Cola Brasil (Foto: Mirian Fichtner)
Jovens Aprendizes da Coca-Cola Brasil (Foto: Mirian Fichtner)

Segundo Alessandra Nogueira, gerente de Aquisição de Talentos da The Coca-ColaCompany na América Latina, o objetivo é dar cada vez mais esse enfoque no potencial dos aprendizes durante o programa. “Há toda uma formação e um acompanhamento do desempenho de cada um, é claro, mas a nossa ideia é inseri-lo na área e empoderá-lo, incentivar essa rede colaborativa. É como um trabalho de coach, mesmo”, explica, destacando os benefícios dessa forma de gestão para toda a empresa: “Além de ver pessoas tão jovens já inspirando os recém-chegados, acontece uma troca incrível também entre gerações. Meu sonho é chegar a ter executivos vindos do Jovem Aprendiz”.

O ‘bonde’ do Coletivo

Este ano, a turma é, em geral, um pouco mais “velha” do que a do ano passado. Os jovens têm entre 18 e 21 anos, e boa parte já cursa universidade. Diferentemente da primeira edição, o processo seletivo foi feito em parceria com o Instituto Coca-ColaBrasil e contou exclusivamente com ex-participantes do programa Coletivo Jovem no Rio de Janeiro, com mais de 400 concorrentes de toda a região metropolitana. Assim, os jovens já tinham cursado disciplinas que ajudariam nesse processo de adaptação à rotina na empresa. Antes de começar o trabalho na Coca-Cola Brasil, a turma ainda passou 20 dias em treinamento na Associação São Martinho, rede responsável pelo Jovem Aprendiz este ano. Ou seja, já chegaram enturmados e no clima do programa.

O formato segue o mesmo de 2017: carga horária de seis horas, com revezamento entre quatro dias de atividades práticas na empresa e um de treinamento na associação. O Passaporte do Conhecimento, programa voltado para estimular o aprendizado contínuo, com cursos e palestras — como aulas de Excel, planejamento pessoal e financeiro, entre outros — definidos mensalmente, também continua a todo o vapor. Os jovens não têm obrigação de realizar todos os cursos propostos, mas, segundo Alessandra, acabam “devorando” o passaporte e carimbando aulas além do previsto.

Conheça essa galera:

Beatriz Vieira da Silva (Foto: Recursos Humanos Coca-Cola Brasil)
Beatriz Vieira da Silva (Foto: Recursos Humanos Coca-Cola Brasil)

 

Carlos Eduardo Taboza (Foto: Recursos Humanos Coca-Cola Brasil)
Carlos Eduardo Taboza (Foto: Recursos Humanos Coca-Cola Brasil)

 

Carolina Soares da Silva (Foto: Recursos Humanos Coca-Cola Brasil)
Carolina Soares da Silva (Foto: Recursos Humanos Coca-Cola Brasil)

 

Eduardo Silva Ferreira (Foto: Recursos Humanos Coca-Cola Brasil)
Eduardo Silva Ferreira (Foto: Recursos Humanos Coca-Cola Brasil)

 

Filipe Barbosa da Silva (Foto: Recursos Humanos Coca-Cola Brasil)
Filipe Barbosa da Silva (Foto: Recursos Humanos Coca-Cola Brasil)

 

Glauco Machado Ferreira (Foto: Recursos Humanos Coca-Cola Brasil)
Glauco Machado Ferreira (Foto: Recursos Humanos Coca-Cola Brasil)

 

Mainara Tostes Fernandes (Foto: Recursos Humanos Coca-Cola Brasil)
Mainara Tostes Fernandes (Foto: Recursos Humanos Coca-Cola Brasil)

 

Milena Inocencio Monteiro (Foto: Recursos Humanos Coca-Cola Brasil)
Milena Inocencio Monteiro (Foto: Recursos Humanos Coca-Cola Brasil)

 

Nathalia Carvalho (Foto: Recursos Humanos Coca-Cola Brasil)
Nathalia Carvalho (Foto: Recursos Humanos Coca-Cola Brasil)

 

Nathalia Ramos da Silva (Foto: Recursos Humanos Coca-Cola Brasil)
Nathalia Ramos da Silva (Foto: Recursos Humanos Coca-Cola Brasil)

 

Pamela Pacheco da Silva (Foto: Recursos Humanos Coca-Cola Brasil)
Pamela Pacheco da Silva (Foto: Recursos Humanos Coca-Cola Brasil)

 

Rayene dos Santos Albuquerque (Foto: Recursos Humanos Coca-Cola Brasil)
Rayene dos Santos Albuquerque (Foto: Recursos Humanos Coca-Cola Brasil)

 

Suellen Souto Pessanha (Foto: Recursos Humanos Coca-Cola Brasil)
Suellen Souto Pessanha (Foto: Recursos Humanos Coca-Cola Brasil)

 

Thaynara de Oliveira Seixas (Foto: Recursos Humanos Coca-Cola Brasil)
Thaynara de Oliveira Seixas (Foto: Recursos Humanos Coca-Cola Brasil)

 

Victor Rajão da Silva (Foto: Recursos Humanos Coca-Cola Brasil)
Victor Rajão da Silva (Foto: Recursos Humanos Coca-Cola Brasil)

COCA-COLA BRASIL

 

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Escrito por Ana Morett

Ana Morett

Ana Carolina Morett é jornalista, formada pela PUC-Rio, com MBA em Marketing Digital pela FGV. Com passagens pela Rede Globo e jornal O Globo, onde cobriu de política e futebol a vida de artistas, há cinco anos trabalha com conteúdo de marca. Acredita na força da internet para potencializar boas causas e histórias. Para ela, redes sociais não são só bla, bla, bla.

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