Um Brasil sem creches

O Brasil se comprometeu a matricular metade das crianças de 0 a 3 anos em creches até 2024. Hoje, nessa faixa etária, o atendimento escolar é de apenas 32,7%, segundo dados do IBGE, mostrando que ainda estamos longe de atingir o objetivo traçado. A capital com a pior taxa de escolarização em creches é Macapá, no Amapá, onde há uma única instituição municipal voltada para a primeira infância. Lá, o índice de crianças de 0 a 3 anos em escolas é de apenas 7,9%. No Sudeste, região onde o indicador é o melhor do país, o Rio de Janeiro é a capital que está na lanterna, com um indicador de 31,7%. Uma palavra de origem do vocabulário do turismo vem ganhando destaque em iniciativas municipais isoladas e agora em um projeto de lei já aprovado no Senado e que tramita na Câmara: o voucher-creche. Para entender essa realidade, o Projeto#Colabora foi a Macapá e à Favela do Maré, no Rio, e traçou um panorama de iniciativas semelhantes de privatização na educação em três continentes.

O Brasil se comprometeu a matricular metade das crianças de 0 a 3 anos em creches até 2024. Hoje, nessa faixa etária, o atendimento escolar é de apenas 32,7%, segundo dados do IBGE, mostrando que ainda estamos longe de atingir o objetivo traçado. A capital com a pior taxa de escolarização em creches é Macapá, no Amapá, onde há uma única instituição municipal voltada para a primeira infância. Lá, o índice de crianças de 0 a 3 anos em escolas é de apenas 7,9%. No Sudeste, região onde o indicador é o melhor do país, o Rio de Janeiro é a capital que está na lanterna, com um indicador de 31,7%. Uma palavra de origem do vocabulário do turismo vem ganhando destaque em iniciativas municipais isoladas e agora em um projeto de lei já aprovado no Senado e que tramita na Câmara: o voucher-creche. Para entender essa realidade, o Projeto#Colabora foi a Macapá e à Favela do Maré, no Rio, e traçou um panorama de iniciativas semelhantes de privatização na educação em três continentes.

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