Vacinas contra a covid-19: por que são necessárias duas doses?

André Báfica: médico, professor de Imunologia da Universidade Federal de Santa Catarina, diretor regional da Sociedade Brasileira de Imunologia e coordenador da Rede IMUNOVIDa

Médico e professor de Imunologia - da Equipe Halo, da ONU - explica como as doses reforçam a memória imunológica do organismo para enfrentar o vírus

Por #Colabora | ODS 3 • Publicada em 2 de janeiro de 2021 - 09:57 • Atualizada em 6 de janeiro de 2021 - 09:06

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André Báfica: médico, professor de Imunologia da Universidade Federal de Santa Catarina, diretor regional da Sociedade Brasileira de Imunologia e coordenador da Rede IMUNOVIDa

Em novo vídeo do #Colabora em parceria com a Equipe Halo, iniciativa global liderada pela ONU e com a participação de outros organismos internacionais tem como objetivo apoiar e celebrar a colaboração científica em busca de vacinas seguras e eficazes, o médico André Báfica, – professor de Imunologia da Universidade Federal de Santa Catarina, diretor regional da Sociedade Brasileira de Imunologia e coordenador da Rede IMUNOVIDa, criada para promover novas estratégias para o desenvolvimento da vacina contra o novo coronavírus – explica porque são necessárias duas doses das vacinas contra a covid-19. “É para reforçar a memória imunológica contra o vírus e buscar uma resposta mais rápida”.

A palavra inglesa “Halo” significa auréola em português e representa o anel da ciência que circunda a Terra. Através das redes sociais, os pesquisadores envolvidos no combate ao Sars-Cov-2 mostram seu dia a dia de forma voluntária e publicam vídeos nos quais contam histórias, explicam mais detalhes sobre as pesquisas, respondem perguntas do público, esclarecem boatos e informações incorretas. O #Colabora entra neste mutirão com uma série de vídeos com os cientistas da Equipe Halo falando sobre as vacinas.

O time reúne profissionais de diversos países e conta com a participação de sete brasileiros: Daniela Ferreira, bióloga, com doutora em imunologia, professora e chefe do Departamento de Ciências Clínicas na Liverpool School of Tropical Medicine, no Reino Unido, um dos centros que verificam a eficácia da vacina desenvolvida por Oxford; André Báfica, médico, professor de Imunologia da Universidade Federal de Santa Catarina, diretor regional da Sociedade Brasileira de Imunologia e coordenador da Rede IMUNOVIDa, que tem o intuito de promover novas estratégias para o desenvolvimento da vacina contra o novo coronavírus; Jaqueline Góes de Jesus, biomédica, com doutorado em Patologia Humana, e uma das responsáveis pelo sequenciamento genético do novo coronavírus dos primeiros casos de covid-19 na América Latina; Natalia Pasternak, bióloga com pós doutorado em Microbiologia, pesquisadora no Laboratório de Desenvolvimento de Vacinas (LDV)da USP e diretora-presidente do Instituto Questão de Ciência; Gustavo Cabral de Miranda, biólogo, com doutorado em Imunologia Cientis e líder da pesquisa de desenvolvimento de vacinas contra a covid-19, assim como vacinas para chikungunya e zika vírus, no Departamento de Imunologia do Instituto de Ciências Biomédicas da USP; Rômulo Neris, biofísico, mestre em ciências (Microbiologia) e doutorando em Imunologia e Infecção na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); e Wasim A. P. Syed, autor dos guias “Fake News e Como Identificá-las” (bit.ly/covidfakemanual) e “Fake News e Vacinas”

 

#Colabora

Texto produzido pelos jornalistas da redação do #Colabora.

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