Religião ainda influencia desenvolvimento social, econômico e político das sociedades

O Papa Leão XIV fala para multidão de católicos no Vaticano: cristianismo é a religião com maior número de adeptos, mas apresenta grande diversidade interna - católicos, protestantes, ortodoxos, pentecostais, etc (Foto: Vaticano / Divulgação - 08/05/2025)

Evolução da configuração religiosa global acompanhará — sem determinar nem ser plenamente determinada — as grandes transformações em curso no planeta

Por José Eustáquio Diniz Alves | ArtigoODS 16
Publicada em 23 de março de 2026 - 08:54  -  Atualizada em 23 de março de 2026 - 09:47
Tempo de leitura: 17 min

O Papa Leão XIV fala para multidão de católicos no Vaticano: cristianismo é a religião com maior número de adeptos, mas apresenta grande diversidade interna - católicos, protestantes, ortodoxos, pentecostais, etc (Foto: Vaticano / Divulgação - 08/05/2025)
O Papa Leão XIV fala para multidão de católicos no Vaticano: cristianismo é a religião com maior número de adeptos, mas apresenta grande diversidade interna – católicos, protestantes, ortodoxos, pentecostais, etc (Foto: Vaticano / Divulgação – 08/05/2025)

A distribuição das afiliações religiosas no mundo reflete processos históricos de longa duração – migrações, conquistas, colonização, dinâmicas demográficas e mudanças culturais – e continua a influenciar, de forma profunda, o desenvolvimento social, econômico e político das sociedades.

A afiliação religiosa varia muito entre os países, tanto na diversidade de identidades religiosas quanto nos grupos mais comuns em cada país. No mapa abaixo, do site Our World in Data, estão representados aquelas religiões com o maior número de seguidores autodeclarados em cada país.

Religiões com o maior número de seguidores autodeclarados em cada país (Fonte: Our World in Data)
Religiões com o maior número de seguidores autodeclarados em cada país (Fonte: Our World in Data)

Em termos globais, o cristianismo é a religião com maior número de adeptos, concentrando cerca de um terço da população mundial. Ele predomina nas Américas, na Europa, na África Subsaariana e na Oceania, mas apresenta grande diversidade interna (católicos, protestantes, ortodoxos, pentecostais etc.). O centro de gravidade do cristianismo, que no passado estava na Europa, deslocou-se claramente para o Sul Global, especialmente África e América Latina, onde o crescimento demográfico é mais intenso.

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O islamismo é a segunda maior religião do mundo e a que mais cresce em termos absolutos, em grande parte devido a taxas de fecundidade mais elevadas e a uma população relativamente jovem. Ele é majoritário no Norte da África, no Oriente Médio, em partes do Sul e do Sudeste Asiático (como Paquistão, Indonésia e Bangladesh), além de ter presença significativa na África Subsaariana e em comunidades migrantes na Europa e nas Américas.

As religiões hinduístas concentram-se majoritariamente na Índia e no Nepal, refletindo uma forte associação entre religião, território e identidade nacional. O budismo, embora tenha surgido no Sul da Ásia, hoje se distribui principalmente pelo Leste e Sudeste Asiático (China, Japão, Tailândia, Vietnã, Mianmar, Sri Lanka), com grande diversidade de escolas e práticas.

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As religiões tradicionais e indígenas permanecem relevantes sobretudo na África, na Oceania e em populações originárias das Américas, frequentemente combinadas com religiões universais em sistemas sincréticos. O judaísmo, por sua vez, é numericamente pequeno em escala global, mas com forte concentração em Israel e nos Estados Unidos e grande influência histórica, cultural e intelectual.

Um fenômeno central da contemporaneidade é o crescimento dos “sem religião” (incluindo ateus, agnósticos e pessoas sem filiação institucional), especialmente na Europa, no Leste Asiático e em partes das Américas. Esse grupo cresce sobretudo em sociedades urbanizadas, mais escolarizadas e com alto nível de segurança econômica e institucional.

Em termos quantitativos, em 2020, os cristãos abrangem 2,3 bilhões de pessoas, o islamismo abarca 2 bilhões de pessoas, as pessoas que se declaram sem religião (ou sem afiliação religiosa) são 1,9 bilhão, hindus com 1,2 bilhão de pessoas, budistas com 320 milhões, outras religiões com 170 milhões e o judaísmo com 15 milhões de pessoas.

A composição da afiliação religiosa em cada país varia bastante. O gráfico abaixo mostra a composição religiosa dos países além da afiliação mais comum nos 10 países mais populosos do mundo. Em termos globais os católicos são 29% da população mundial, o islamismo 26%, os hindus 15%, os budistas 4%, outras religiões menos de 3% e os sem religião 24%.

Composição religiosa dos países além da afiliação mais comum nos 10 países mais populosos do mundo (Fonte: Our World in Data)
Composição religiosa dos países além da afiliação mais comum nos 10 países mais populosos do mundo (Fonte: Our World in Data)

A Índia, atualmente o país mais populoso do mundo, tinha 79% de Hindus, 15% de muçulmanos e 6% para outras religiões e os sem religião. A China, atualmente o segundo países mais populoso, é composta majoritariamente por pessoas que se declaram sem religião (90%) e apenas 10% para todas as outras religiões. Os Estados Unidos (EUA) tinham 64% de cristãos e 30% de sem religião, ficando 6% para todas as demais. Já a Indonésia é majoritariamente islâmica (87%), com 10% de cristãos e apenas 3% para as demais religiões. No Brasil, os cristãos representam 81% da população, outras religiões 5,7% e os sem religião 13%.

No Paquistão o domínio quase total é do islamismo com 97%. A Nigéria é mais diversa, com 56% do islamismo e 43% de cristãos. Bangladesh também apresenta uma maioria islâmica muito grande (91%) e apenas 7,9% de Hindus. O México tem 89% de cristãos e 11% de sem religião. A Rússia apresenta 70% de cristãos, 8,2% de muçulmanos e 20% de sem religião.

Cabe destacar que as religiões desempenham um papel ambivalente no desenvolvimento, podendo atuar tanto como fator de promoção quanto de bloqueio, dependendo do contexto histórico e institucional.

Do ponto de vista social, as religiões são importantes produtoras de capital social. Elas criam redes de solidariedade, confiança, cooperação e apoio mútuo, especialmente em contextos de fragilidade do Estado. Em muitos países, instituições religiosas são centrais na provisão de educação, saúde, assistência social e acolhimento de populações vulneráveis.

No plano cultural e normativo, as religiões moldam valores relacionados ao trabalho, à poupança, à família, à fecundidade, à educação das crianças e às relações de gênero. Esses valores influenciam comportamentos demográficos e econômicos, como decisões reprodutivas, participação feminina no mercado de trabalho e investimento em capital humano.

Politicamente, as religiões podem legitimar ordens sociais e projetos de poder, mas também funcionar como força de contestação e mobilização social. Ao longo da história, movimentos religiosos estiveram tanto associados a processos de democratização, direitos civis e justiça social quanto a conflitos, intolerância e exclusão.

No campo econômico, o impacto das religiões é indireto, mas relevante para o bem ou para o mal. Elas influenciam a ética econômica, a organização do tempo (trabalho e descanso), a confiança nas instituições e a disposição para cooperar. Em contextos de transição demográfica e envelhecimento populacional, as religiões também passam a atuar na redefinição de sentidos de vida, cuidado intergeracional e envelhecimento digno.

No mundo contemporâneo, marcado por crises climáticas, desigualdades e incertezas existenciais, as religiões continuam a oferecer narrativas de sentido e pertencimento. Mesmo em sociedades cada vez mais secularizadas, elas tendem a seguir ativas, seja como repertórios culturais que moldam visões de mundo, escolhas individuais e projetos coletivos.

Mas uma “religiosidade excessiva” pode ser um empecilho ao desenvolvimento econômico, ao bem-estar social. A pesquisa Americans are far more religious than adults in other wealthy nations, do Instituto PEW (31/07/2018), mostra que em todos os países onde a renda per capita era superior a US$ 30 mil (em poder de paridade de compra – ppp) há menos de 50% da população rezando diariamente. E, em todos os países onde mais de 50% da população reza diariamente, a renda per capita era menor do que US$ 30 mil, com exceção dos EUA.

Em geral, países mais pobres tendem a ter: maior frequência religiosa, maior crença em Deus e maior importância da religião na vida cotidiana. Países mais ricos tendem a ser: mais secularizados, menos praticantes e com maior proporção de pessoas sem religião.

Multidão na peregrinação à Meca, cidade sagrada do Islamismo: dois bilhões de fieis na segunda maior religião do mundo e a que mais cresce em termos absolutos (Foto: Konevi / Pixabay
Multidão na peregrinação à Meca, cidade sagrada do Islamismo: dois bilhões de fieis na segunda maior religião do mundo e a que mais cresce em termos absolutos (Foto: Konevi / Pixabay

China: secularização e mundo euroasiático mais integrado

Cabe destacar que a China, a maior economia mundial (em poder de paridade de compra) é amplamente composta por pessoas sem religião ou sem afiliação religiosa. A China é um caso singular e extremamente instrutivo para pensar a relação entre religião, secularização, Estado e desenvolvimento tecnológico. Diferentemente da experiência ocidental — onde a modernidade se construiu em tensão com instituições religiosas fortes — a China seguiu uma trajetória própria, marcada menos pela “perda da fé” e mais pela subordinação histórica da religião à ordem política e moral.

A China é frequentemente descrita como o país mais secularizado do mundo não porque a religião tenha sido central e depois declinado, mas porque nunca houve uma religião institucional hegemônica e autônoma comparável ao cristianismo no Ocidente ou ao islamismo em sociedades islâmicas.

Confucionismo, taoismo e budismo funcionaram historicamente mais como sistemas ético-filosóficos e práticas rituais do que como religiões exclusivistas, com dogmas rígidos e clero independente. O confucionismo, em particular, foi a base moral do Estado imperial: enfatizava disciplina, hierarquia, mérito, educação e dever coletivo — valores profundamente compatíveis com a racionalidade administrativa e com a valorização do conhecimento.

Nesse sentido, a China se secularizou sem passar por um processo de secularização conflitiva, pois religião e política nunca foram plenamente separadas, mas integradas sob a primazia do Estado.

A Revolução de 1949 e o marxismo-leninismo reforçaram uma tendência já existente: a supremacia do Estado sobre o campo religioso. O Partido Comunista Chinês (PCC) adotou oficialmente o ateísmo, mas, mais importante do que a descrença, foi a construção de um sistema no qual nenhuma autoridade religiosa pode competir com o poder político.

Hoje, a China reconhece formalmente algumas religiões (budismo, taoismo, islamismo, protestantismo e catolicismo), todas rigidamente reguladas. A religião é tolerada enquanto prática privada, ritual ou cultural, mas rejeitada como fonte de lealdade alternativa, mobilização política ou identidade transnacional autônoma.

Esse controle reduz conflitos religiosos, fragmentações identitárias e disputas normativas que, em outros contextos, competem com o Estado por autoridade moral. A alta proporção de pessoas que se declaram “sem religião” na China não significa ausência de valores, rituais ou espiritualidade. Trata-se de uma não religião funcional, caracterizada por: forte ética do trabalho e da educação, centralidade da família e da obrigação intergeracional, pragmatismo moral e instrumentalidade e valorização da ciência, da técnica e do progresso material

Esses valores operam como uma espécie de religião civil secular, onde o desenvolvimento nacional, a estabilidade social e o fortalecimento do Estado ocupam o lugar que, em outras sociedades, é desempenhado por sistemas religiosos. A China não tem a prática de realizar guerras religiosas de conquistas.

Ao contrário, as guerras travadas por Israel e Estados Unidos contra o Irã e da Rússia contra a Ucrânia envolvem as três grandes religiões abraâmicas: Judaísmo, Cristianismo e Islamismo, além de envolverem a disputa pelo controle dos combustíveis fósseis. Mas ao invés de investir no Petroestado a China secular investe na transição energética e no Eletroestado.

Visitantes no Templo de Confúcio na China: religiões na Chiba -confucionismo, taoismo e budismo - funcionaram historicamente mais como sistemas ético-filosóficos e práticas rituais do que como religiões exclusivistas, com dogmas rígidos e clero independente (Foto: Divulgação)
Visitantes no Templo de Confúcio na China: religiões na Chiba -confucionismo, taoismo e budismo – funcionaram historicamente mais como sistemas ético-filosóficos e práticas rituais do que como religiões exclusivistas, com dogmas rígidos e clero independente (Foto: Divulgação)

Um ponto crucial para entender a liderança tecnológica chinesa é a quase inexistência de conflito cultural entre ciência, tecnologia e religião. Diferentemente de países onde debates religiosos afetam políticas públicas (educação científica, biotecnologia, inteligência artificial, saúde reprodutiva), na China a ciência é vista como instrumento de soberania nacional, a tecnologia é moralmente legitimada pelo crescimento econômico e pela estabilidade e não há resistência religiosa significativa à inovação tecnológica. Isso cria um ambiente altamente favorável ao investimento de longo prazo em educação STEM, pesquisa aplicada, engenharia pesada e tecnologias estratégicas (IA, 5G, energias renováveis, computação quântica).

Os conflitos contemporâneos no Oriente Médio e no Leste Europeu revelam uma sobreposição complexa entre geopolítica, energia e identidades religiosas. Esses conflitos se desenrolam em regiões historicamente associadas às três grandes religiões abraâmicas – Judaísmo, Cristianismo e Islamismo -, o que frequentemente adiciona uma dimensão simbólica e mobilizadora às disputas. No entanto, reduzir essas guerras à religião seria insuficiente: elas estão profundamente enraizadas em interesses estratégicos, especialmente no controle de recursos energéticos.

O petróleo e o gás natural continuam sendo ativos centrais de poder global. O Golfo Pérsico e a Eurásia concentram algumas das maiores reservas de combustíveis fósseis do mundo, o que transforma esses territórios em áreas-chave de disputa. Nesse sentido, os conflitos podem ser interpretados como expressões de uma ordem internacional ainda fortemente dependente do chamado “petroestado”, no qual a riqueza, a capacidade militar e a influência geopolítica derivam, em grande medida, da exploração e exportação de hidrocarbonetos.

Em contraste com essa lógica, a China tem buscado construir uma estratégia de poder baseada menos na geopolítica direta dos combustíveis fósseis e mais na liderança tecnológica da transição energética. Embora ainda seja grande consumidora de carvão e petróleo, o país investe maciçamente em energias renováveis (solar, eólica, hidrogênio verde, etc.), eletrificação da economia, redes inteligentes e cadeias produtivas associadas — como baterias, veículos elétricos e minerais críticos. Trata-se de um movimento que aponta para a formação de um “eletroestado”, no qual o poder não deriva apenas da posse de recursos naturais tradicionais, mas da capacidade de dominar tecnologias, infraestrutura e sistemas energéticos de baixo carbono.

Essa diferenciação sugere uma possível bifurcação na ordem global: de um lado, regiões ainda presas à lógica geopolítica dos combustíveis fósseis, frequentemente marcadas por conflitos e instabilidade; de outro, países que procuram se posicionar na vanguarda de uma nova economia energética, baseada em eletrificação, inovação e menor intensidade de carbono.

O resultado pode ser uma reconfiguração do poder internacional ao longo do século XXI, na qual a centralidade do petróleo tende a diminuir — ainda que não desapareça no curto prazo — e dê lugar a novas formas de dependência e competição, agora em torno de tecnologia, minerais estratégicos e infraestrutura energética.

Uma nova configuração religiosa global?

Diante desse quadro, a distribuição das afiliações religiosas no mundo não deve ser interpretada apenas como um retrato estático da diversidade cultural, mas como um elemento dinâmico que interage com as transformações estruturais da economia global, da geopolítica e da transição energética. O deslocamento do eixo econômico para a Ásia — com destaque para a China — não implica o desaparecimento das religiões abraâmicas, mas sugere uma possível descentralização de sua influência relativa no sistema internacional.

Ao mesmo tempo, a persistência e até o crescimento demográfico do cristianismo e do islamismo em regiões do Sul Global indicam que a religiosidade continuará a desempenhar papel central na vida social e política de grande parte da humanidade. Assim, o século XXI tende a ser marcado por um desencaixe crescente entre os centros de dinamismo econômico e os centros de vitalidade religiosa, produzindo uma geografia mais complexa e menos alinhada entre poder material e sistemas de crença.

Nesse contexto, a ascensão de modelos como o “eletroestado” — baseado em tecnologia, eletrificação e planejamento de longo prazo — convive com a permanência de estruturas ancoradas no “petroestado” e em identidades religiosas historicamente constituídas. Essa convivência não é necessariamente excludente, mas tende a gerar tensões, adaptações e novas formas de hibridização entre valores seculares, tradições culturais e imperativos econômicos.

Mais do que um processo de substituição, o que se observa é uma reconfiguração plural: religiões continuam relevantes como produtoras de sentido, coesão social e identidade, enquanto a lógica da inovação tecnológica e da transição energética redefine os fundamentos do poder global. O futuro aponta, portanto, para um mundo simultaneamente diverso e mais integrado, no qual diferentes matrizes civilizacionais — religiosas e seculares — coexistem, competem e se influenciam mutuamente.

Em síntese, a evolução da configuração religiosa global acompanhará — sem determinar nem ser plenamente determinada — as grandes transformações em curso. A compreensão desse entrelaçamento entre religião, desenvolvimento e geopolítica é fundamental para interpretar os desafios e as possibilidades de um mundo em rápida mudança, no qual o equilíbrio entre tradição e inovação será decisivo para a construção de sociedades mais prósperas, inclusivas e sustentáveis.

Referências:

ALVES, JED. Qual o futuro da transição religiosa no Brasil? # Colabora, 09/02/2026 – https://projetocolabora.com.br/ods11/qual-o-futuro-da-transicao-religiosa-no-brasil/

Hannah Ritchie, Lucas Rodés-Guirao, Pablo Arriagada, and Esteban Ortiz-Ospina, Religion, February 2026 – https://ourworldindata.org/religion

FAHMY, Dalia. Americans are far more religious than adults in other wealthy nations, PEW, JULY 31, 2018 – http://www.pewresearch.org/fact-tank/2018/07/31/americans-are-far-more-religious-than-adults-in-other-wealthy-nations/

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José Eustáquio Diniz Alves

José Eustáquio Diniz Alves é sociólogo, mestre em economia, doutor em Demografia pelo Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional (Cedeplar/UFMG), pesquisador aposentado do IBGE, colaborador do Projeto #Colabora e autor do livro "ALVES, JED. Demografia e Economia nos 200 anos da Independência do Brasil e cenários para o século" (com a colaboração de F. Galiza), editado pela Escola de Negócios e Seguro, Rio de Janeiro, 2022.

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