É sempre mais difícil reclamar do metrô. Principalmente quando comparado com os ônibus, os trens, as barcas e, principalmente, os carros particulares. Apesar de custar caro, ele é seguro, moderno, rápido, não polui e tende a chegar no horário. Mesmo assim, é difícil achar um usuário que não tenha ficado parado, pelo menos uma vez, por problemas de sinalização, que não desistiu da viagem por falta de espaço nos vagões ou que não reclame da pouca ou nenhuma educação de certos passageiros, sempre se acotovelando para buscar um lugar sentado. Neste ensaio, da Pavuna à Barra, as imagens de quem prefere, apesar de tudo, cruzar a cidade por debaixo da terra.
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