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Cidade efêmera

Uma espécie de poesia. Ou, simplesmente, arte de rua

Uma cidade em mutação, efêmera. Narrativas de diferentes cores, texturas, técnicas, ferramentas e suportes, expostas ao tempo e ao vento. Em contínua transformação, contando uma história de conflitos e lutas. São bandeiras e estandartes, que em contato com a paisagem urbana amplificam suas mensagens e vibram no cidadão que passa. Uma espécie de poesia. Ou, simplesmente, arte de rua.

Cidade efêmera

Escrito por Custodio Coimbra

Custodio Coimbra

Fotógrafo de imprensa há 36 anos, Custodio Coimbra, 61 anos, passou pelos principais jornais do Rio e há 25 anos trabalha no jornal O Globo. Nascido no Rio de Janeiro, é hoje um artista requisitado entre colecionadores do mercado de fotografia de arte. Além de fotos divulgadas em jornais e revistas mundo afora, participou de dezenas de mostras coletivas no Brasil e no exterior. Tem sua obra identificada com a história e a paisagem do Rio de Janeiro.

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